Apoio Contato Promoções Matérias Especiais Programação A Rádio Home


Ozzy Osbourne: ele volta a negar aposentadoria com explicação curiosa

setembro 12th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 46 views

O vocalista Ozzy Osbourne voltou a negar que esteja se aposentando. Desta vez, em entrevista ao The Inquirer, o cantor chegou a dar uma explicação curiosa para o nome de sua atual turnê, “No More Tours 2″, que supostamente marcaria o seu “adeus”, pelo menos, de grandes giros pelo mundo.

“O que estou parando é com o que estou fazendo agora, sair pelo mundo o tempo todo. Gostaria que as pessoas entendessem que não estou me aposentando. É por causa do meu sotaque inglês ruim? A turnê se chama ‘No More Tours’ (‘Sem Mais Turnês’, em tradução livre), não diz ‘No More Tours Ever’ (algo como ‘Sem Turnês Nunca Mais’, também em tradução livre)”, disse Ozzy.

Osbourne tem insistido no ponto de que não irá se aposentar em definitivo desde que a “No More Tours 2″ foi anunciada. Em entrevista à Rolling Stone, por exemplo, ele disse que queria “reduzir o ritmo” para estar próximo de sua família, já que ele curte ser avô.

Curiosamente, a atual turnê recebeu o número dois em seu nome porque Ozzy Osbourne já havia anunciado que se aposentaria na década de 1990. Na época, o vocalista decidiu que abandonaria os palcos porque havia sido diagnosticado com esclerose múltipla, só que foi descoberto posteriormente que ele não estava com o problema de saúde em questão. Ele voltou à ativa três anos depois, em 1995, com o disco “Ozzmosis” e uma tour de divulgação.

Share |

AC/DC: Malcolm Young estará em todas as músicas do novo álbum da banda

setembro 2nd, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 79 views

Segundo a Revista JAM, o novo álbum do AC/DC terá gravações feitas pelos irmãos Angus e Malcolm Young em 2003 em todas as músicas do novo disco.

Os irmãos moraram juntos entre os lançamentos dos álbuns Stiff Upper Lip e Black Ice e compuseram centenas de músicas. Algumas delas foram registradas e serão usadas no novo disco.

Phil Rudd, Cliff Williams e Brian Johnson estão ajudando Angus na escolha de quais músicas serão usadas no álbum e quais gravações de Malcolm deverão entrar.

O novo disco será dedicado a Malcolm Young que faleceu em Novembro de 2017.

No mês passado, rumores do AC/DC ter entrado em estúdio começaram a circular e fotos dos integrantes no Warehouse Studios foram divulgadas.

O estúdio em Vancouver foi usado na gravação dos 3 últimos álbuns do AC/DC.

A matéria da Revista JAM pode ser lida na íntegra logo abaixo e diz:

“Ouvimos de fonte confiável de dentro do AC/DC que Angus Young está trabalhando em um novo álbum que será dedicado a seu irmão, o falecido Malcolm Young.

A parte mais legal: as novas gravações incluirão Malcolm Young tocando guitarra em todas as músicas!

5 anos antes do 15o. álbum de estúdio do AC/DC, Black Ice, Angus e Malcolm Young moravam juntos e escreveram centenas de músicas, muitas das quais foram gravadas e estavam guardadas até agora.

Angus decidiu selecionar as melhores faixas dessas gravações e agora está em estúdio gravando e mixando com seus companheiros Phil Rudd, Cliff Williams e sim, Brian Johnson nos vocais.

Ainda não sabemos quando a data de lançamento será anunciada. Mas isso deve deixar todos os fãs mais fanáticos do AC/DC muito excitados!”

Share |

AC/DC: Brian Johnson e Phil Rudd fotografados juntos em estúdio no Canadá

agosto 11th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 69 views

Uma foto divulgada pelo jornalista Steve Newton, do site Georgia Straight (pertencente ao grupo Vancouver Free Press), mostra o vocalista Brian Johnson e o baterista Phil Rudd juntos no Warehouse Studios, em Vancouver, Canadá. Foi neste local que o AC/DC gravou seus três últimos discos, “Stiff Upper Lip” (2000), “Black Ice” (2008) e “Rock Or Bust” (2014). A imagem foi feita por um amigo de Newton que mora próximo ao estúdio de gravação.

Na imagem, Brian Johnson e Phil Rudd estão rindo e parecem estar em um clima descontraído. Rudd deixou de ser integrante do AC/DC desde 2015, quando se complicou perante a justiça após ser acusado de procurar um assassino de aluguel e de posse de drogas. Seu posto foi ocupado por Chris Slade. Já Brian Johnson se afastou devido a um problema auditivo e sua vaga foi assumida por Axl Rose.

Dias antes, o site Georgia Straight havia publicado que uma fonte viu Phil Rudd e o guitarrista Stevie Young, que ocupa a vaga de Malcolm Young no centro de Vancouver. Na ocasião, os músicos não estavam juntos.

Com a nova foto, as especulações a respeito de um novo disco do AC/DC só aumentam. O futuro da banda estava em dúvida graças aos eventos que culminaram na saída de Phil Rudd, no afastamento de Brian Johnsone, posteriormente, na aposentadoria do baixista Cliff Williams, que “pendurou as chuteiras” após a turnê do último álbum da banda, “Rock Or Bust”.

Share |

Paul Stanley: “Psycho Circus foi como um câncer”

julho 28th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 68 views

O frontman do Kiss, Paul Stanley, disse que a última participação de Frehley e Criss quase acabou com a banda.

O músico disse a Chris Jericho em 2014 em seu podcast, Talk Is Jericho: “Tudo deu errado. O Psycho Circus foi como o resultado de um câncer que estava se desenvolvendo. Nós estávamos juntos de novo – trouxemos esses caras de volta – e eles estavam completamente apologéticos, cheios de remorso e agradecidos de estar de volta.”

“E nós nunca dissemos que seríamos sócios com direitos iguais. Por que faríamos isso? A banda existiu com ou sem eles.”

Stanley declarou: “Esses caras ganharam na loteria duas vezes. E quando eles voltaram, estavam praticamente falidos. E você pode tirar o ‘praticamente’ disso. E ainda assim, não muito tempo depois, as coisas começaram a acontecer e eles começaram a fazer as mesmas coisas. E tudo tornou-se feio e sem divertimento.”

O frontman revelou também alguns dos bastidores que eles tiveram que enfrentar com Criss e Frehley.

Ele explica: “A ideia de fazer o Psycho Circus… a ideia por trás foi muito maior do que a execução. ‘Vamos fazer um álbum juntos’, Bem, espere um pouco… Você tem caras tentando renegociar os contratos, e estamos falando mais com advogados do que com eles, e a ideia de ‘Eu devo ter essa quantidade de música no álbum’. E honestamente, eu estive escrevendo músicas por cinquenta anos, e sou bom no que faço. Isso se tornou feio e triste.”

Stanley, porém, achou o lado bom da produção deste álbum após todos esses anos.

“Psycho Circus foi um grande pesadelo de ser feito, e isso meio que me desligou de toda a ideia de fazer outro álbum, mas então, em algum momento, eu pensei: ‘Eu não quero que esse seja nosso último álbum, não é uma boa memória’”.

Share |

Kiss: banda pode fazer nova turnê de despedida, diz Gene Simmons

abril 28th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 234 views

O vocalista e baixista Gene Simmons disse, em entrevista ao Chicago Sun-Times, que o Kiss pode embarcar em uma turnê de despedida com sua formação atual dentro de um futuro não tão distante. A banda já lançou uma tour de “adeus” entre 2000 e 2001, com sua line-up original, mas mudou de ideia e deu sequência às atividades após a excursão ser encerrada.

“Haverá uma (turnê de despedida) em algum momento. Não podemos fazer isso para sempre. Somos a banda que trabalha mais duro no show business. Se Mick Jagger usasse minhas botas de dragão, não duraria meia hora”, afirmou.

Gene destacou, ainda, que o Kiss ”não quer permanecer no palco nenhum dia além do que se sentirem válidos”. “Lembre-se, nos apresentamos como ‘você quer o melhor, você terá o melhor, a banda mais quente do mundo’. Não é: ‘costumava ser o melhor’”, disse.

A pauta “turnê de despedida” voltou à tona para o Kiss após ter sido registrada a marca “The end of the road” (“O fim da estrada”, em tradução livre para o português), cujo nome gerou especulações sobre uma possível aposentadoria da banda. O pedido de patente foi feito pela Kiss Catalog Ltd. e homologado à United States Patent and Trademark Office (USPTO).

Em entrevista anterior, Gene Simmons disse que não teve nada a ver com o registro. “Não tive nada a ver com isso. Realmente, não sei quem fez isso e não sei se foi um fã ou alguém da banda. Eu te diria a verdade. Literalmente, não sei de nada sobre isso”, afirmou.

Caso esteja falando a verdade, Gene provou não manter muita comunicação com seu colega de Kiss, o vocalista e guitarrista Paul Stanley. O músico confirmou, em entrevista a Michael Cavacini, que o pedido de registro foi feito pela Kiss Catalog Ltd. “Não é nosso primeiro registro de marca. Achei o nome incrível e fiquei surpreso que ninguém o tenha usado antes. Queria garantir que quando o usarmos – e haverá um momento no qual o usaremos, imagino -, quero garantir que seja nosso”, afirmou.

Share |

Judas Priest: Andy Sneap substituirá Glenn Tipton

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 178 views

Glenn Tipton, guitarrista do Judas Priest, foi diagnosticado há 10 anos atrás com Mal de Parkinson, e com o avanço da doença não poderá excursionar com a banda. Para substituí-lo, foi escolhido Andy Sneap.

Andy co-produziu o novo álbum do Judas Priest, Firepower, tem 48 anos e nasceu no Reino Unido. Fundou a banda Sabbat, que lançou 3 álbuns entre 1988 e 1991 e após isso, montou o seu próprio estúdio, Backstage Recording Studio, e começou a produzir e gravar bandas locais. O conhecimento como engenheiro de som e produtor chamou atenção de bandas como Exodus, Napalm Death e Machine Head.

Em 2008, Sneap se juntou a banda Hell, mais de 20 anos após a morte do guitarrista Dave Haliday, que ensinou Sneap a tocar guitarra. “Infelizmente, ele nunca pôde me ver onde ele me levou na vida e o quanto me influenciou”, disse Sneap. “Mas quando ele morreu, ele me deixou todos os direitos de todas as músicas dele, e todo o seu equipamento. Ele me deixou praticamente tudo em seu testamento. Eu não sei o motivo dele confiar em mim, pra ser sincero. Talvez ele tenha visto algo em mim”.

Andy produziu álbuns do Accept (Blood Of The Nations, Stalingrad e Blind Rage), Testament (Dark Roots Of The Earth), Arch Enemy (Anthems Of Rebellion, Dead Eyes See No Future), Kreator (Enemy Of God, Violent Revolutions e Live Kreation), Nevermore (Dead Heart In A Dead World e This Godless Endeavor) dentre outros.

Como se não bastasse os álbuns que produziu, Sneap também mixou trabalho importantes, tais como: Arch Enemy (Wages Of Sin), Cradle Of Filth (Thornography), Megadeth (United Abominations), Opeth (Deliverance), Trivium (Ascendancy), e muito mais.

Glenn Tipton se juntou ao Judas Priest em 1974, pouco antes do lançamento do Rocka Rolla.

Firepower será lançado dia 09 de Março, e a turnê começa dia 13.

Share |

David Ellefson: irá relançar o selo Combat Records

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 172 views

O baixista do Megadeth David Ellefson revelou que irá reabrir o famoso selo Punk/Thrash Combat Records.

A nova versão do selo será responsabilidade do grupo EMP Label Group do baixista e terá sua estreia em 2018 com o próximo álbum da banda Raven e uma edição limitada de clássicos lado B do Helstar. Ambas bandas começaram suas carreiras com o selo.

Ellefson conta que fazer parte da nova Combat Records possui um grande significado para ele, pois foi a partir desse selo que o Megadeth virou o sucesso que é hoje.

Combat foi uma das maiores gravadoras da década de 80 e após inúmeras mudanças na administração, ela fechou no início dos anos 2000. Seu catálogo foi transferido para a Sony, gravadora que continuará fazendo a curadoria dos artistas.

Share |

Ghost: “é um álbum pesado com um tema pesado”

fevereiro 3rd, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 2.067 views

A banda Ghost irá lançar seu quarto disco de estúdio no segundo semestre de 2018. O disco, ainda sem nome divulgado sucede Meliora (2015) e foi gravado em Estocolmo, Suécia com o produtor Tom Dalgety.

Em uma entrevista a Revolver, o frontman Tobias Forge, mais conhecido como Papa Emeritus, falou sobre o disco: “É baseado no tema de morte e escuridão. Seu tema é basicamente a Idade Média com uma mistura de assuntos atuais.”

O músico também falou sobre a direção que o novo material da banda terá dizendo que será um álbum pesado, “Tecnicamente uma música do Ghost poderia ter apenas teclado e vocais mas também pode ser bem forte no estilo do Metal. Eu não sou o único fazendo essa comparação mas eu acho que nosso jeito de fazer as coisas é parecido com o do Queen. Nós decidimos tocar música boa e não seguimos uma receita.”

O novo frontman, Papa Emeritus Zero foi apresentado para os fãs durante um show em Gothenburg, Suécia, quando Emeritus III foi retirado do palco por seguranças. Alguns segundos depois, dois outros seguranças acompanharam o novo integrante à frente do palco.

Apesar da troca, o vocalista continua o mesmo, Tobias Forge, apenas seu personagem é trocado.

Share |

Ace Frehley: reconectado ao Kiss e “entregando” novo disco de Gene

janeiro 25th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 223 views

O ex-guitarrista do Kiss, Ace Frehley, disse que foi “divertido” restabelecer uma conexão com Paul Stanley e Gene Simmons, seus ex-colegas de banda. Em entrevista ao SILive, Frehley também “entregou”:

“Faz 15 anos (desde a saída do Kiss), mas nos últimos dois anos, meio que me reconectei com Paul e Gene. Com Paul, foi no cover ’Fire And Water’ (do Free, gravado para o álbum ‘Origins Vol. 1′). Ele fez um vídeo comigo. Foi divertido e bom reconectar-me com um velho amigo”, disse Ace, inicialmente.

Ao falar sobre sua atual relação com Gene Simmons, Ace Frehley acabou por “entregar” que o Demon vai lançar um novo disco solo. Até então, a informação não havia sido revelada por Simmons.

“Mais recentemente, toquei duas músicas com Gene para seu novo disco de estúdio. E fiz um evento de caridade com Gene em Minneapolis. Foi um grande sucesso. Semanas atrás, ele me chamou para Los Angeles porque estava fazendo um evento para ‘The Vault’ (box set) e queria que eu tocasse com ele. Trocamos muitas boas histórias, nos divertimos muito”, afirmou.

O contato de Ace Frehley com seus ex-colegas do Kiss vai continuar em 2018. O músico está escalado, com sua banda solo, para tocar na 8ª edição do cruzeiro Kiss Kruise.

Share |

Vinnie Vincent: ele ganhava US$ 550 por semana no Kiss

janeiro 25th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 226 views

O guitarrista Vinnie Vincent disse, durante sessão de perguntas e respostas na Atlanta Kiss Expo no último sábado (20), que recebia pouco dinheiro enquanto integrou o Kiss, de 1982 a 1984. Segundo o músico, seu pagamento era de apenas US$ 550 semanais – cerca de US$ 2,2 mil por mês -, o que ele acreditava ser incompatível com o faturamento da banda e com o trabalho desempenhado. A declaração foi captada pelo canal de Mike Brunn no YouTube e transcrita pelo Blabbermouth.

Vinnie, inicialmente, foi questionado sobre o que o levou a sair do Kiss após o fim da turnê do “Lick It Up”. “Eu estava fazendo muitas músicas e senti que estávamos crescendo como banda. Sei que eles queriam Eric (Carr, baterista), amavam Eric, mas não senti que me queriam. Mesmo após ‘Lick It Up’, a percepção era de que havia sido um grande álbum, e ainda sentia que independente do que eu fizesse, ainda não me queriam naquela banda. E havia um contrato que queriam que eu assinasse. Meu pagamento era de US$ 550 por semana, então, nunca fiz fortuna estando na banda. Do início ao fim, eram US$ 550 por semana, descontados os impostos”, afirmou.

O músico disse que o contrato oferecido era de empregado e não havia nada de interessante para ele ali – nem mesmo os direitos autorais de suas composições estavam sendo recebidos. “Eu tinha família, tinha gêmeos que eu não sabia que eu teria, e não havia dinheiro para cuidar deles, nem para comprar uma casa. Estava morando com parentes [...] não havia futuro. Havia o futuro em ser o Vinnie Vincent do Kiss, mas, financeiramente, não havia futuro. E eu não queria ser um membro de direitos autorais, embora fosse interessante. Mas não era o que eu queria. Apenas pedi por algo que me tirasse de um apartamento ou da casa dos meus parentes e, talvez, um carro melhor, em vez de dirigir em um carro do tamanho de uma lata de atum”, comentou.

Vinnie contou que ele era esperado para trabalhar no disco que se tornou “Animalize” (1984), que acabou gravado por Mark St. John e, algumas faixas, por Bruce Kulick. “A última coisa que me disseram foi: ‘vamos gravar um novo disco, volte em dois meses com suas novas músicas’. Fiz demos de ‘Boyz Are Gonna Rock’, ‘Shoot U Full Of Love’, ‘No Substitute’, ‘Animal’ e ‘Twisted’ (que acabariam sendo gravadas pelo Vinnie Vincent Invasion). Então, eles me chamaram de volta e eu disse: ‘quero voltar, mas tenho que sobreviver’ [...] Disseram: ‘a menos que você assine o contrato, não pode voltar’. E eu disse: ‘isso vai partir meu coração, mas não posso’. Um mês depois, em maio de 1984, me mandaram uma carta de demissão. Foi redundante, porque eu já havia dito que não voltaria”, afirmou.

Na década seguinte, Vinnie foi convidado para compor algumas músicas com Gene Simmons e Paul Stanley, para o álbum que se tornaria “Revenge” (1992). Eles fizeram “Unholy”, “Heart Of Chrome” e “I Just Wanna”. A situação também foi problemática e conduziu Vincent a uma ação judicial, mas ele só comentou sobre boas memórias desse período.

“Acho que vi Gene em um estúdio de gravação e ele disse: ‘estamos gravando um novo disco; entre em contato, vamos trabalhar juntos’. Então, ‘Revenge’ aconteceu com aquelas músicas. [...] ‘Unholy’ foi feita por Gene e eu, era o nosso bebê. Paul e eu fizemos duas músicas e trabalhamos juntos no disco por um ano. E foi divertido novamente. Sempre que trabalhamos juntos, era um prazer”, disse.

Ainda durante a sessão de perguntas e respostas do sábado (20), Vinnie Vincent voltou a falar sobre os processos movidos contra o Kiss – o músico foi derrotado em todos. Segundo ele, tudo poderia ter sido evitado.

“Tentei dizer por anos – de 1991 a 1997 – se não poderíamos chegar a um acordo. Não queria fazer aquilo, mas o que é certo, é certo. E disseram não. Isso me machucou muito e não havia nada a fazer, a não ser arquivar o processo”, afirmou.

O músico disse que foi um “milagre” ter sobrevivido a essas ações judiciais, assim como sobreviveu após o que aconteceu em 1984. “Finalmente, resolvemos nossos problemas sete anos atrás. Mas estive no inferno por 20 anos, e foi meu inferno – ninguém sabia. E eu vi que todos estavam falando sobre mim e pensava: ‘que vergonha’. Poderíamos ter tido uma grande banda. Ainda podemos, porque a mágica nunca acaba. Ainda os amo. Respeito Gene e Paul com todo o coração, eu os amo”, pontuou.

Share |