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Kiss: turnê de despedida é oficialmente anunciada pela banda

setembro 20th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 220 views

O Kiss anunciou, nesta quarta-feira (19), que a próxima turnê da banda será a última de sua carreira. A tour mundial, chamada “End Of The Road”, terá início em 2019.

Em depoimento destinado à imprensa, Paul Stanley disse: “Essa será nossa última turnê. Será o maior e mais explosivo show que já fizemos. Pessoas que nos amam, venham nos ver. Se você nunca nos viu, essa é a hora. Será o show”.

O anúncio da turnê de despedida foi realizado durante uma participação que o Kiss fez no talent show americano “America’s Got Talent”. A banda ainda não revelou datas ou itinerário para a tour.

Rumores relacionados a uma turnê de despedida do Kiss vieram à tona após ter sido registrada a marca “The end of the road” (“O fim da estrada”, em tradução livre para o português), por meio da Kiss Catalog Ltd. O pedido havia sido homologado à United States Patent and Trademark Office (USPTO).

Em entrevista anterior ao jornalista Michael Cavacini, Paul Stanley não havia confirmado a turnê de despedida e explicou que o registro de marca foi feito de forma preventiva. “Não é nosso primeiro registro de marca. Achei o nome incrível e fiquei surpreso que ninguém o tenha usado antes. Queria garantir que quando o usarmos – e haverá um momento no qual o usaremos, imagino -, quero garantir que seja nosso”, afirmou, na ocasião.

Curiosamente, a “End Of The World” não é a primeira turnê de despedida do Kiss. Em 2000, após duas turnês com a reunida formação original – composta por Paul Stanley, Gene Simmons, Ace Frehley e Peter Criss -, a banda anunciou que encerraria suas atividades, mas, antes, realizariam a “Farewell Tour”. A excursão rodou pela América do Norte em 2000.

O contrato do baterista Peter Criss se encerrava após o último show de 2000, mas foram marcadas datas em 2001, na Ásia e na Austrália. Não foi possível renovar com Criss, então, Eric Singer assumiu o posto para essas datas específicas.

Em 2002, já sem Ace Frehley, mas com Peter Criss de volta, a banda anunciou que não se aposentaria. No ano seguinte, foi realizada a “World Domination Tour”, com o guitarrista Tommy Thayer no posto de Ace Frehley.

O contrato de Peter Criss, novamente, não foi renovado e ele deixou o Kiss. Em 2004, o grupo voltou com Eric Singer, além de Tommy Thayer. Em entrevistas, os líderes e remanescentes, Paul Stanley e Gene Simmons, explicaram que não queriam encerrar a banda, apenas se “livrarem” de Ace Frehley e Criss.

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Heart: Ann e Nancy Wilson vão se reunir para discutir volta da banda

setembro 15th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 232 views

O Heart pode retomar suas atividades em 2019. A informação foi revelada pela vocalista Ann Wilson, em entrevista à rádio Q104.3.

“Todos com quem conversei me perguntaram sobre esse rumor de que haverá uma reunião do Heart no próximo ano. Não conversei sobre isso ainda, mas Nancy e eu vamos nos reunir em breve para conversar e ver se há alguma ideia nisso”, afirmou.

Ann Wilson disse, ainda, que não vai concordar em voltar com o Heart com objetivo meramente “mecânico” e “lucrativo”. “Nesse ponto da minha vida, não farei isso. Vou fazer cada minuto valer e ser real. Vamos conversar e descobrir como fazer de uma forma nova, renovada e legal. O Heart foi concebido em uma atmosfera de idealismo e é como deve ser reconcebido para que eu me interesse em fazer isso. É possível”, completou.

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Mötley Crüe: banda se reúne para gravar 4 músicas inéditas, diz Vince Neil

setembro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 190 views

O vocalista Vince Neil revelou, por meio de seu perfil no Twitter, que o Mötley Crüe se reunirá em estúdio para gravar novas músicas. Serão quatro faixas, de acordo com o cantor.

“Notícias empolgantes! Estarei voltando ao estúdio de gravação dentro de algumas semanas com os caras para gravar quatro músicas novas do Mötley Crüe!”, disse Neil na publicação.

A notícia de Vince Neil vai de encontro com recentes publicações feitas pelo baixista Nikki Sixx e pelo baterista Tommy Lee nas redes sociais. Nos posts, feitos no fim de agosto, os músicos divulgaram fotos de sessões em estúdio, embora não tenham revelado detalhes sobre o projeto.

A principal especulação é que o Mötley Crüe tenha se reunido para trabalhar na trilha sonora do vindouro filme biográfico sobre o Mötley Crüe, baseado no livro “The Dirt”. A produção, que entrará na plataforma de streaming Netflix, não tem data marcada para estreia.

O Mötley Crüe encerrou suas atividades no fim de 2015, após uma turnê de despedida que rodou o mundo. A tour chegou a passar pelo Brasil, com apresentação única no Rock In Rio 2015.

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Ozzy Osbourne: ele volta a negar aposentadoria com explicação curiosa

setembro 12th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 107 views

O vocalista Ozzy Osbourne voltou a negar que esteja se aposentando. Desta vez, em entrevista ao The Inquirer, o cantor chegou a dar uma explicação curiosa para o nome de sua atual turnê, “No More Tours 2″, que supostamente marcaria o seu “adeus”, pelo menos, de grandes giros pelo mundo.

“O que estou parando é com o que estou fazendo agora, sair pelo mundo o tempo todo. Gostaria que as pessoas entendessem que não estou me aposentando. É por causa do meu sotaque inglês ruim? A turnê se chama ‘No More Tours’ (‘Sem Mais Turnês’, em tradução livre), não diz ‘No More Tours Ever’ (algo como ‘Sem Turnês Nunca Mais’, também em tradução livre)”, disse Ozzy.

Osbourne tem insistido no ponto de que não irá se aposentar em definitivo desde que a “No More Tours 2″ foi anunciada. Em entrevista à Rolling Stone, por exemplo, ele disse que queria “reduzir o ritmo” para estar próximo de sua família, já que ele curte ser avô.

Curiosamente, a atual turnê recebeu o número dois em seu nome porque Ozzy Osbourne já havia anunciado que se aposentaria na década de 1990. Na época, o vocalista decidiu que abandonaria os palcos porque havia sido diagnosticado com esclerose múltipla, só que foi descoberto posteriormente que ele não estava com o problema de saúde em questão. Ele voltou à ativa três anos depois, em 1995, com o disco “Ozzmosis” e uma tour de divulgação.

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AC/DC: Malcolm Young estará em todas as músicas do novo álbum da banda

setembro 2nd, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 206 views

Segundo a Revista JAM, o novo álbum do AC/DC terá gravações feitas pelos irmãos Angus e Malcolm Young em 2003 em todas as músicas do novo disco.

Os irmãos moraram juntos entre os lançamentos dos álbuns Stiff Upper Lip e Black Ice e compuseram centenas de músicas. Algumas delas foram registradas e serão usadas no novo disco.

Phil Rudd, Cliff Williams e Brian Johnson estão ajudando Angus na escolha de quais músicas serão usadas no álbum e quais gravações de Malcolm deverão entrar.

O novo disco será dedicado a Malcolm Young que faleceu em Novembro de 2017.

No mês passado, rumores do AC/DC ter entrado em estúdio começaram a circular e fotos dos integrantes no Warehouse Studios foram divulgadas.

O estúdio em Vancouver foi usado na gravação dos 3 últimos álbuns do AC/DC.

A matéria da Revista JAM pode ser lida na íntegra logo abaixo e diz:

“Ouvimos de fonte confiável de dentro do AC/DC que Angus Young está trabalhando em um novo álbum que será dedicado a seu irmão, o falecido Malcolm Young.

A parte mais legal: as novas gravações incluirão Malcolm Young tocando guitarra em todas as músicas!

5 anos antes do 15o. álbum de estúdio do AC/DC, Black Ice, Angus e Malcolm Young moravam juntos e escreveram centenas de músicas, muitas das quais foram gravadas e estavam guardadas até agora.

Angus decidiu selecionar as melhores faixas dessas gravações e agora está em estúdio gravando e mixando com seus companheiros Phil Rudd, Cliff Williams e sim, Brian Johnson nos vocais.

Ainda não sabemos quando a data de lançamento será anunciada. Mas isso deve deixar todos os fãs mais fanáticos do AC/DC muito excitados!”

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AC/DC: Brian Johnson e Phil Rudd fotografados juntos em estúdio no Canadá

agosto 11th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 119 views

Uma foto divulgada pelo jornalista Steve Newton, do site Georgia Straight (pertencente ao grupo Vancouver Free Press), mostra o vocalista Brian Johnson e o baterista Phil Rudd juntos no Warehouse Studios, em Vancouver, Canadá. Foi neste local que o AC/DC gravou seus três últimos discos, “Stiff Upper Lip” (2000), “Black Ice” (2008) e “Rock Or Bust” (2014). A imagem foi feita por um amigo de Newton que mora próximo ao estúdio de gravação.

Na imagem, Brian Johnson e Phil Rudd estão rindo e parecem estar em um clima descontraído. Rudd deixou de ser integrante do AC/DC desde 2015, quando se complicou perante a justiça após ser acusado de procurar um assassino de aluguel e de posse de drogas. Seu posto foi ocupado por Chris Slade. Já Brian Johnson se afastou devido a um problema auditivo e sua vaga foi assumida por Axl Rose.

Dias antes, o site Georgia Straight havia publicado que uma fonte viu Phil Rudd e o guitarrista Stevie Young, que ocupa a vaga de Malcolm Young no centro de Vancouver. Na ocasião, os músicos não estavam juntos.

Com a nova foto, as especulações a respeito de um novo disco do AC/DC só aumentam. O futuro da banda estava em dúvida graças aos eventos que culminaram na saída de Phil Rudd, no afastamento de Brian Johnsone, posteriormente, na aposentadoria do baixista Cliff Williams, que “pendurou as chuteiras” após a turnê do último álbum da banda, “Rock Or Bust”.

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Paul Stanley: “Psycho Circus foi como um câncer”

julho 28th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 168 views

O frontman do Kiss, Paul Stanley, disse que a última participação de Frehley e Criss quase acabou com a banda.

O músico disse a Chris Jericho em 2014 em seu podcast, Talk Is Jericho: “Tudo deu errado. O Psycho Circus foi como o resultado de um câncer que estava se desenvolvendo. Nós estávamos juntos de novo – trouxemos esses caras de volta – e eles estavam completamente apologéticos, cheios de remorso e agradecidos de estar de volta.”

“E nós nunca dissemos que seríamos sócios com direitos iguais. Por que faríamos isso? A banda existiu com ou sem eles.”

Stanley declarou: “Esses caras ganharam na loteria duas vezes. E quando eles voltaram, estavam praticamente falidos. E você pode tirar o ‘praticamente’ disso. E ainda assim, não muito tempo depois, as coisas começaram a acontecer e eles começaram a fazer as mesmas coisas. E tudo tornou-se feio e sem divertimento.”

O frontman revelou também alguns dos bastidores que eles tiveram que enfrentar com Criss e Frehley.

Ele explica: “A ideia de fazer o Psycho Circus… a ideia por trás foi muito maior do que a execução. ‘Vamos fazer um álbum juntos’, Bem, espere um pouco… Você tem caras tentando renegociar os contratos, e estamos falando mais com advogados do que com eles, e a ideia de ‘Eu devo ter essa quantidade de música no álbum’. E honestamente, eu estive escrevendo músicas por cinquenta anos, e sou bom no que faço. Isso se tornou feio e triste.”

Stanley, porém, achou o lado bom da produção deste álbum após todos esses anos.

“Psycho Circus foi um grande pesadelo de ser feito, e isso meio que me desligou de toda a ideia de fazer outro álbum, mas então, em algum momento, eu pensei: ‘Eu não quero que esse seja nosso último álbum, não é uma boa memória’”.

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Kiss: banda pode fazer nova turnê de despedida, diz Gene Simmons

abril 28th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 432 views

O vocalista e baixista Gene Simmons disse, em entrevista ao Chicago Sun-Times, que o Kiss pode embarcar em uma turnê de despedida com sua formação atual dentro de um futuro não tão distante. A banda já lançou uma tour de “adeus” entre 2000 e 2001, com sua line-up original, mas mudou de ideia e deu sequência às atividades após a excursão ser encerrada.

“Haverá uma (turnê de despedida) em algum momento. Não podemos fazer isso para sempre. Somos a banda que trabalha mais duro no show business. Se Mick Jagger usasse minhas botas de dragão, não duraria meia hora”, afirmou.

Gene destacou, ainda, que o Kiss ”não quer permanecer no palco nenhum dia além do que se sentirem válidos”. “Lembre-se, nos apresentamos como ‘você quer o melhor, você terá o melhor, a banda mais quente do mundo’. Não é: ‘costumava ser o melhor’”, disse.

A pauta “turnê de despedida” voltou à tona para o Kiss após ter sido registrada a marca “The end of the road” (“O fim da estrada”, em tradução livre para o português), cujo nome gerou especulações sobre uma possível aposentadoria da banda. O pedido de patente foi feito pela Kiss Catalog Ltd. e homologado à United States Patent and Trademark Office (USPTO).

Em entrevista anterior, Gene Simmons disse que não teve nada a ver com o registro. “Não tive nada a ver com isso. Realmente, não sei quem fez isso e não sei se foi um fã ou alguém da banda. Eu te diria a verdade. Literalmente, não sei de nada sobre isso”, afirmou.

Caso esteja falando a verdade, Gene provou não manter muita comunicação com seu colega de Kiss, o vocalista e guitarrista Paul Stanley. O músico confirmou, em entrevista a Michael Cavacini, que o pedido de registro foi feito pela Kiss Catalog Ltd. “Não é nosso primeiro registro de marca. Achei o nome incrível e fiquei surpreso que ninguém o tenha usado antes. Queria garantir que quando o usarmos – e haverá um momento no qual o usaremos, imagino -, quero garantir que seja nosso”, afirmou.

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Judas Priest: Andy Sneap substituirá Glenn Tipton

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 239 views

Glenn Tipton, guitarrista do Judas Priest, foi diagnosticado há 10 anos atrás com Mal de Parkinson, e com o avanço da doença não poderá excursionar com a banda. Para substituí-lo, foi escolhido Andy Sneap.

Andy co-produziu o novo álbum do Judas Priest, Firepower, tem 48 anos e nasceu no Reino Unido. Fundou a banda Sabbat, que lançou 3 álbuns entre 1988 e 1991 e após isso, montou o seu próprio estúdio, Backstage Recording Studio, e começou a produzir e gravar bandas locais. O conhecimento como engenheiro de som e produtor chamou atenção de bandas como Exodus, Napalm Death e Machine Head.

Em 2008, Sneap se juntou a banda Hell, mais de 20 anos após a morte do guitarrista Dave Haliday, que ensinou Sneap a tocar guitarra. “Infelizmente, ele nunca pôde me ver onde ele me levou na vida e o quanto me influenciou”, disse Sneap. “Mas quando ele morreu, ele me deixou todos os direitos de todas as músicas dele, e todo o seu equipamento. Ele me deixou praticamente tudo em seu testamento. Eu não sei o motivo dele confiar em mim, pra ser sincero. Talvez ele tenha visto algo em mim”.

Andy produziu álbuns do Accept (Blood Of The Nations, Stalingrad e Blind Rage), Testament (Dark Roots Of The Earth), Arch Enemy (Anthems Of Rebellion, Dead Eyes See No Future), Kreator (Enemy Of God, Violent Revolutions e Live Kreation), Nevermore (Dead Heart In A Dead World e This Godless Endeavor) dentre outros.

Como se não bastasse os álbuns que produziu, Sneap também mixou trabalho importantes, tais como: Arch Enemy (Wages Of Sin), Cradle Of Filth (Thornography), Megadeth (United Abominations), Opeth (Deliverance), Trivium (Ascendancy), e muito mais.

Glenn Tipton se juntou ao Judas Priest em 1974, pouco antes do lançamento do Rocka Rolla.

Firepower será lançado dia 09 de Março, e a turnê começa dia 13.

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David Ellefson: irá relançar o selo Combat Records

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 219 views

O baixista do Megadeth David Ellefson revelou que irá reabrir o famoso selo Punk/Thrash Combat Records.

A nova versão do selo será responsabilidade do grupo EMP Label Group do baixista e terá sua estreia em 2018 com o próximo álbum da banda Raven e uma edição limitada de clássicos lado B do Helstar. Ambas bandas começaram suas carreiras com o selo.

Ellefson conta que fazer parte da nova Combat Records possui um grande significado para ele, pois foi a partir desse selo que o Megadeth virou o sucesso que é hoje.

Combat foi uma das maiores gravadoras da década de 80 e após inúmeras mudanças na administração, ela fechou no início dos anos 2000. Seu catálogo foi transferido para a Sony, gravadora que continuará fazendo a curadoria dos artistas.

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