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Kiss: banda pode fazer nova turnê de despedida, diz Gene Simmons

abril 28th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 337 views

O vocalista e baixista Gene Simmons disse, em entrevista ao Chicago Sun-Times, que o Kiss pode embarcar em uma turnê de despedida com sua formação atual dentro de um futuro não tão distante. A banda já lançou uma tour de “adeus” entre 2000 e 2001, com sua line-up original, mas mudou de ideia e deu sequência às atividades após a excursão ser encerrada.

“Haverá uma (turnê de despedida) em algum momento. Não podemos fazer isso para sempre. Somos a banda que trabalha mais duro no show business. Se Mick Jagger usasse minhas botas de dragão, não duraria meia hora”, afirmou.

Gene destacou, ainda, que o Kiss ”não quer permanecer no palco nenhum dia além do que se sentirem válidos”. “Lembre-se, nos apresentamos como ‘você quer o melhor, você terá o melhor, a banda mais quente do mundo’. Não é: ‘costumava ser o melhor’”, disse.

A pauta “turnê de despedida” voltou à tona para o Kiss após ter sido registrada a marca “The end of the road” (“O fim da estrada”, em tradução livre para o português), cujo nome gerou especulações sobre uma possível aposentadoria da banda. O pedido de patente foi feito pela Kiss Catalog Ltd. e homologado à United States Patent and Trademark Office (USPTO).

Em entrevista anterior, Gene Simmons disse que não teve nada a ver com o registro. “Não tive nada a ver com isso. Realmente, não sei quem fez isso e não sei se foi um fã ou alguém da banda. Eu te diria a verdade. Literalmente, não sei de nada sobre isso”, afirmou.

Caso esteja falando a verdade, Gene provou não manter muita comunicação com seu colega de Kiss, o vocalista e guitarrista Paul Stanley. O músico confirmou, em entrevista a Michael Cavacini, que o pedido de registro foi feito pela Kiss Catalog Ltd. “Não é nosso primeiro registro de marca. Achei o nome incrível e fiquei surpreso que ninguém o tenha usado antes. Queria garantir que quando o usarmos – e haverá um momento no qual o usaremos, imagino -, quero garantir que seja nosso”, afirmou.

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Judas Priest: Andy Sneap substituirá Glenn Tipton

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 209 views

Glenn Tipton, guitarrista do Judas Priest, foi diagnosticado há 10 anos atrás com Mal de Parkinson, e com o avanço da doença não poderá excursionar com a banda. Para substituí-lo, foi escolhido Andy Sneap.

Andy co-produziu o novo álbum do Judas Priest, Firepower, tem 48 anos e nasceu no Reino Unido. Fundou a banda Sabbat, que lançou 3 álbuns entre 1988 e 1991 e após isso, montou o seu próprio estúdio, Backstage Recording Studio, e começou a produzir e gravar bandas locais. O conhecimento como engenheiro de som e produtor chamou atenção de bandas como Exodus, Napalm Death e Machine Head.

Em 2008, Sneap se juntou a banda Hell, mais de 20 anos após a morte do guitarrista Dave Haliday, que ensinou Sneap a tocar guitarra. “Infelizmente, ele nunca pôde me ver onde ele me levou na vida e o quanto me influenciou”, disse Sneap. “Mas quando ele morreu, ele me deixou todos os direitos de todas as músicas dele, e todo o seu equipamento. Ele me deixou praticamente tudo em seu testamento. Eu não sei o motivo dele confiar em mim, pra ser sincero. Talvez ele tenha visto algo em mim”.

Andy produziu álbuns do Accept (Blood Of The Nations, Stalingrad e Blind Rage), Testament (Dark Roots Of The Earth), Arch Enemy (Anthems Of Rebellion, Dead Eyes See No Future), Kreator (Enemy Of God, Violent Revolutions e Live Kreation), Nevermore (Dead Heart In A Dead World e This Godless Endeavor) dentre outros.

Como se não bastasse os álbuns que produziu, Sneap também mixou trabalho importantes, tais como: Arch Enemy (Wages Of Sin), Cradle Of Filth (Thornography), Megadeth (United Abominations), Opeth (Deliverance), Trivium (Ascendancy), e muito mais.

Glenn Tipton se juntou ao Judas Priest em 1974, pouco antes do lançamento do Rocka Rolla.

Firepower será lançado dia 09 de Março, e a turnê começa dia 13.

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David Ellefson: irá relançar o selo Combat Records

fevereiro 13th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 197 views

O baixista do Megadeth David Ellefson revelou que irá reabrir o famoso selo Punk/Thrash Combat Records.

A nova versão do selo será responsabilidade do grupo EMP Label Group do baixista e terá sua estreia em 2018 com o próximo álbum da banda Raven e uma edição limitada de clássicos lado B do Helstar. Ambas bandas começaram suas carreiras com o selo.

Ellefson conta que fazer parte da nova Combat Records possui um grande significado para ele, pois foi a partir desse selo que o Megadeth virou o sucesso que é hoje.

Combat foi uma das maiores gravadoras da década de 80 e após inúmeras mudanças na administração, ela fechou no início dos anos 2000. Seu catálogo foi transferido para a Sony, gravadora que continuará fazendo a curadoria dos artistas.

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Ghost: “é um álbum pesado com um tema pesado”

fevereiro 3rd, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 2.118 views

A banda Ghost irá lançar seu quarto disco de estúdio no segundo semestre de 2018. O disco, ainda sem nome divulgado sucede Meliora (2015) e foi gravado em Estocolmo, Suécia com o produtor Tom Dalgety.

Em uma entrevista a Revolver, o frontman Tobias Forge, mais conhecido como Papa Emeritus, falou sobre o disco: “É baseado no tema de morte e escuridão. Seu tema é basicamente a Idade Média com uma mistura de assuntos atuais.”

O músico também falou sobre a direção que o novo material da banda terá dizendo que será um álbum pesado, “Tecnicamente uma música do Ghost poderia ter apenas teclado e vocais mas também pode ser bem forte no estilo do Metal. Eu não sou o único fazendo essa comparação mas eu acho que nosso jeito de fazer as coisas é parecido com o do Queen. Nós decidimos tocar música boa e não seguimos uma receita.”

O novo frontman, Papa Emeritus Zero foi apresentado para os fãs durante um show em Gothenburg, Suécia, quando Emeritus III foi retirado do palco por seguranças. Alguns segundos depois, dois outros seguranças acompanharam o novo integrante à frente do palco.

Apesar da troca, o vocalista continua o mesmo, Tobias Forge, apenas seu personagem é trocado.

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Ace Frehley: reconectado ao Kiss e “entregando” novo disco de Gene

janeiro 25th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 277 views

O ex-guitarrista do Kiss, Ace Frehley, disse que foi “divertido” restabelecer uma conexão com Paul Stanley e Gene Simmons, seus ex-colegas de banda. Em entrevista ao SILive, Frehley também “entregou”:

“Faz 15 anos (desde a saída do Kiss), mas nos últimos dois anos, meio que me reconectei com Paul e Gene. Com Paul, foi no cover ’Fire And Water’ (do Free, gravado para o álbum ‘Origins Vol. 1′). Ele fez um vídeo comigo. Foi divertido e bom reconectar-me com um velho amigo”, disse Ace, inicialmente.

Ao falar sobre sua atual relação com Gene Simmons, Ace Frehley acabou por “entregar” que o Demon vai lançar um novo disco solo. Até então, a informação não havia sido revelada por Simmons.

“Mais recentemente, toquei duas músicas com Gene para seu novo disco de estúdio. E fiz um evento de caridade com Gene em Minneapolis. Foi um grande sucesso. Semanas atrás, ele me chamou para Los Angeles porque estava fazendo um evento para ‘The Vault’ (box set) e queria que eu tocasse com ele. Trocamos muitas boas histórias, nos divertimos muito”, afirmou.

O contato de Ace Frehley com seus ex-colegas do Kiss vai continuar em 2018. O músico está escalado, com sua banda solo, para tocar na 8ª edição do cruzeiro Kiss Kruise.

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Vinnie Vincent: ele ganhava US$ 550 por semana no Kiss

janeiro 25th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 273 views

O guitarrista Vinnie Vincent disse, durante sessão de perguntas e respostas na Atlanta Kiss Expo no último sábado (20), que recebia pouco dinheiro enquanto integrou o Kiss, de 1982 a 1984. Segundo o músico, seu pagamento era de apenas US$ 550 semanais – cerca de US$ 2,2 mil por mês -, o que ele acreditava ser incompatível com o faturamento da banda e com o trabalho desempenhado. A declaração foi captada pelo canal de Mike Brunn no YouTube e transcrita pelo Blabbermouth.

Vinnie, inicialmente, foi questionado sobre o que o levou a sair do Kiss após o fim da turnê do “Lick It Up”. “Eu estava fazendo muitas músicas e senti que estávamos crescendo como banda. Sei que eles queriam Eric (Carr, baterista), amavam Eric, mas não senti que me queriam. Mesmo após ‘Lick It Up’, a percepção era de que havia sido um grande álbum, e ainda sentia que independente do que eu fizesse, ainda não me queriam naquela banda. E havia um contrato que queriam que eu assinasse. Meu pagamento era de US$ 550 por semana, então, nunca fiz fortuna estando na banda. Do início ao fim, eram US$ 550 por semana, descontados os impostos”, afirmou.

O músico disse que o contrato oferecido era de empregado e não havia nada de interessante para ele ali – nem mesmo os direitos autorais de suas composições estavam sendo recebidos. “Eu tinha família, tinha gêmeos que eu não sabia que eu teria, e não havia dinheiro para cuidar deles, nem para comprar uma casa. Estava morando com parentes [...] não havia futuro. Havia o futuro em ser o Vinnie Vincent do Kiss, mas, financeiramente, não havia futuro. E eu não queria ser um membro de direitos autorais, embora fosse interessante. Mas não era o que eu queria. Apenas pedi por algo que me tirasse de um apartamento ou da casa dos meus parentes e, talvez, um carro melhor, em vez de dirigir em um carro do tamanho de uma lata de atum”, comentou.

Vinnie contou que ele era esperado para trabalhar no disco que se tornou “Animalize” (1984), que acabou gravado por Mark St. John e, algumas faixas, por Bruce Kulick. “A última coisa que me disseram foi: ‘vamos gravar um novo disco, volte em dois meses com suas novas músicas’. Fiz demos de ‘Boyz Are Gonna Rock’, ‘Shoot U Full Of Love’, ‘No Substitute’, ‘Animal’ e ‘Twisted’ (que acabariam sendo gravadas pelo Vinnie Vincent Invasion). Então, eles me chamaram de volta e eu disse: ‘quero voltar, mas tenho que sobreviver’ [...] Disseram: ‘a menos que você assine o contrato, não pode voltar’. E eu disse: ‘isso vai partir meu coração, mas não posso’. Um mês depois, em maio de 1984, me mandaram uma carta de demissão. Foi redundante, porque eu já havia dito que não voltaria”, afirmou.

Na década seguinte, Vinnie foi convidado para compor algumas músicas com Gene Simmons e Paul Stanley, para o álbum que se tornaria “Revenge” (1992). Eles fizeram “Unholy”, “Heart Of Chrome” e “I Just Wanna”. A situação também foi problemática e conduziu Vincent a uma ação judicial, mas ele só comentou sobre boas memórias desse período.

“Acho que vi Gene em um estúdio de gravação e ele disse: ‘estamos gravando um novo disco; entre em contato, vamos trabalhar juntos’. Então, ‘Revenge’ aconteceu com aquelas músicas. [...] ‘Unholy’ foi feita por Gene e eu, era o nosso bebê. Paul e eu fizemos duas músicas e trabalhamos juntos no disco por um ano. E foi divertido novamente. Sempre que trabalhamos juntos, era um prazer”, disse.

Ainda durante a sessão de perguntas e respostas do sábado (20), Vinnie Vincent voltou a falar sobre os processos movidos contra o Kiss – o músico foi derrotado em todos. Segundo ele, tudo poderia ter sido evitado.

“Tentei dizer por anos – de 1991 a 1997 – se não poderíamos chegar a um acordo. Não queria fazer aquilo, mas o que é certo, é certo. E disseram não. Isso me machucou muito e não havia nada a fazer, a não ser arquivar o processo”, afirmou.

O músico disse que foi um “milagre” ter sobrevivido a essas ações judiciais, assim como sobreviveu após o que aconteceu em 1984. “Finalmente, resolvemos nossos problemas sete anos atrás. Mas estive no inferno por 20 anos, e foi meu inferno – ninguém sabia. E eu vi que todos estavam falando sobre mim e pensava: ‘que vergonha’. Poderíamos ter tido uma grande banda. Ainda podemos, porque a mágica nunca acaba. Ainda os amo. Respeito Gene e Paul com todo o coração, eu os amo”, pontuou.

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Vinnie Vincent: prisão foi devido a relacionamento abusivo

janeiro 25th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 262 views

O guitarrista Vinnie Vincent abriu o coração no último sábado (20) durante a Expo Kiss Atlanta na primeira vez em que esteve diante dos fãs em cerca de 20 anos e falou sobre o misterioso episódio de violência e prisão em que foi envolvido no ano de 2011 na cidade americana de Smyrna, no Tenessee. Segundo ele, o fato ocorreu devido a um relacionamento abusivo que viveu por 16 anos com sua segunda mulher, morta em 2014 por complicações do alcoolismo.

Embora não tenha mencionado o nome da esposa em nenhum momento durante o relato, foi possível identificar a mulher devido às notícias parcas que chegaram ao conhecimento dos fãs durante os últimos anos. De acordo com o músico, ela além de alcoólatra, tomava muitos remédios e, na mistura entre as substâncias, se tornava uma pessoa verbal e fisicamente violenta. Vincent relatou também que, em determinado momento, a ex-mulher adquiriu uma arma e ameaçou matá-lo.

A justificativa do músico para tornar a história pública foi a de que, desde que o fato ocorreu, ainda não havia tido a oportunidade de explicar seu lado da história e se defender. “Só pude ver todo mundo me acusando das piores coisas que eu poderia imaginar, todas elas falsas. Todo mundo que é acusado sempre diz: ‘eu sou inocente, eu não fiz isso’. E só quando uma cosia assim aconteceu comigo que eu pude saber o que isso significa de verdade.”

No relato, o guitarrista afirmou que, quando o relacionamento entre os dois começou, ela era uma bela mulher e cheia de alegria e bom humor. Porém, com o tempo, teve início uma prática de beber e se medicar além da conta que foi se tornando regra, a ponto de transformá-la numa pessoa totalmente diferente da que ele havia conhecido, esta abusiva e violenta, o que levou à aquisição da arma de fogo.

“Ela começou a tomar remédios, e tomou por muito tempo. Isso começou a me transformar. Aí ela começou a beber diariamente, cada vez mais. Nós vivíamos em um lugar isolado, sem nenhum dinheiro entrando. Ela trabalhava, e o processo (contra o Kiss) me consumia. E aí tudo começou a desabar. Era como se um ralo se abrisse e levasse tudo. Então ela foi ficando cada dia com mais ódio, mais violenta, mais bêbada”, recordou.

Vinnie Vincent relatou ser um amante dos animais que, eventualmente, começou a recolher cães abandonados pela cidade e mantê-los em casa. Segundo ele, havia espaços delimitados para os cães grandes e pequenos, sem contato entre os dois grupos para evitar problemas. Enquanto o problema a esposa se agravava, episódios de gritos, discussões e ameaças de rompimento se sucediam, até que, entre janeiro e fevereiro de 2011, Vinnie deu um ultimato a ela e conseguiu tirá-la de casa.

Ela, entretanto, teria retornado à residência três vezes a cada sete dias nas semanas seguintes, sempre embriagada, medicada e agressiva, forçando sua entrada na antiga casa. Neste três dias, Vinnie Vincent alega que a esposa entrou na parte inferior da casa, onde ficavam “três ou quatro” cães maiores, e foi embora sem trancá-los novamente. Desta maneira, os animais mataram um cão menor a cada visita dela, totalizando três sacrifícios. Sem ter como enterrá-los no quintal devido ao estado do solo no inverno norte-americano, o guitarrista contou tê-los embrulhado em cobertores, deixando-os na garagem dentro de pequenos caixões e esperado o melhor momento para conseguir uma máquina que pudesse escavar o chão e dar-lhes um funeral digno.

O ápice dos problemas teria ocorrido no dia 21 de maio daquele ano, em um momento em que a ex-mulher, de volta à casa e supostamente arrependida de tudo o que fez – mas em um acesso de ódio induzido pela bebida e remédios -, teria sacado a arma e ameaçado matar Vinnie Vincent. Para tentar fugir da situação, ele alega tê-la puxado pelos cabelos para afastá-la, fugido para a parte superior da casa e buscado refúgio em uma câmera de vídeo que usava para documentar as agressões e abusos caso futuramente precisasse comprová-los ou se fosse eventualmente assassinado.

Com a câmera em punho, Vinnie disse ter conseguido expulsar a ex-companheira de casa, que nunca mais voltou. Entretanto, ela o acusou de agressão e se dirigiu à polícia, que por volta da meia-noite do mesmo dia teria cercado sua casa e o levado agressivamente à prisão. Lá, foi tirada a infame foto de Vincent preso que circulou na internet anos atrás e chocou os fãs do Kiss devido à decadência física do antigo Ankh Warrior.

“Não podia acreditar no que estava acontecendo. Olhei pela janela e vi, não sei, cinco ou seis viaturas e pelo menos 14 ou 15 policiais com armas apontadas. E eu dizia ‘o que aconteceu, em nome de Deus?’. Então desci as escadas, eles me revistaram e eu me lembro de perguntar ao policial: ‘você vai me matar?’. Eu estava falando sério. Ele disse: ‘cale a boca, não fale nada’. Então fui algemado e colocado no carro. Perguntei o que tinha feito e ele disse: ‘cale a boca, não fale nada’”, lembrou diante dos fãs.

Na delegacia, por volta das 3h, em uma sala fechada, Vincent disse ter recebido as acusações de agressão contra a mulher, que teria se apresentado à polícia sangrando, embora o guitarrista afirme que em nenhum momento tenha havido qualquer ação que causasse este efeito, o que poderia provar pela gravação que fez. Ele lembrou de ter se recusado a fazer qualquer afirmação oficial diante dos agentes da Lei e solicitou a presença de seu advogado.

Às 3 da manhã, passando frio dentro da cela, Vinnie Vincente recordou de uma manifestação inesperada de apoio em seu pior momento. “Eu estava sentado na cela tentando dormir com uma dor de cabeça monstruosa e aí eu ouço uma música altíssima do nada e pensei ‘Deus, eu conheço essa música’. Era That Time Of Year [do disco ‘All Systems Go’, do Invasion]. Então pensei que estava ouvindo coisas e me lembro de ter escutado os policiais mais jovens dizendo ‘te amamos, Vinnie, não se preocupe’. Pensei que ninguém acreditaria nisso, porque eu mesmo não acreditei.”

O guitarrista saiu da prisão por volta do meio-dia, e relatou que a polícia tinha ido à sua casa enquanto estava atrás das grades e encontrou os cadáveres de seus cães. Logo após, grupos de defesa dos animais foram acionados e acusaram Vinnie de ter matado os mascotes, o que foi vazado para a imprensa gerando uma sequência de relatos que, segundo ele, ajudaram a retratá-lo como um marido violento e assassino de animais. Há reportagens de TV disponíveis no YouTube que contam a história deste ponto de vista.

Apesar de tudo, o guitarrista alega que foi supostamente esclarecido ao longo do tempo, através de investigação, nunca houve agressão a sua esposa e que os cães foram mortos pelos animais maiores. Isto tudo, atesta, aconteceu devido ao seu status anterior de ex-guitarrista do Kiss. “Isto aconteceu porque eu era Vinnie Vincent. Eu era um ex-rockstar numa cidade que odiava o Kiss. Eles olhavam para o Kiss e diziam ‘não queremos o seu tipo aqui’”, lembrou.

A ex-esposa de Vinnie morreu em 13 de janeiro de 2014 aos 47 anos devido a complicações do alcoolismo crônico. Ela e Vinnie se conheceram em 1995, durante uma das convenções do Kiss às quais o músico compareceu naquele ano, e se casaram em 1996. Ela trabalhou como corretora de imóveis em Nashville durante o período do ocaso total do marido e a relação entre os dois foi descrita como “turbulenta”.

O site da revista Rolling Stone registrou, à época, que a ex-esposa acusou Vincent de tê-la agredido com tapas na cara, puxões de cabelo, arrastado seu corpo por vidro quebrado e a empurrado no chão diversas vezes. A discussão entre os dois teria começado devido a uma conversa de Vinnie com outra mulher. A liberdade foi conquistada após o pagamento de fiança.

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Vinnie Vincent: “passei 20 anos no inferno”, diz, sobre “sumiço”

janeiro 20th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 220 views

Vinnie Vincent, enfim, apareceu. O ex-guitarrista do Kiss, que se mantém recluso de aparições públicas e trabalhos na música desde a década de 1990, é a atração principal da Atlanta Kiss Expo, realizada entre esta sexta-feira (19) e sábado (20) em Atlanta, nos Estados Unidos.

Em sua primeira entrevista em mais de 20 anos, concedida ao jornalista Eddie Trunk, o músico falou sobre o período em que passou afastado da mídia. Entre as duas décadas de afastamento, Vincent chegou a ser preso, em 2011, acusado de agredir a esposa, a já falecida Diane Cusano.

“Passei 20 anos no inferno. Os golpes que sofri poderiam ter sido não tão grandes. Poderiam ter sido rápidos e, amigavelmente, eliminariam 20 anos de dor”, disse Vincent, sem especificar quais foram os “golpes” sofridos.

Embora tenha afirmado isso, Vinnie Vincent disse que sua vida se tornou “pequena como poderia ser”. “Tornei-me muito feliz e contente. Tudo o que faço é tocar, compor, gravar, cuidar de meus cães. Tenho uma vida muito privada e pacífica, não tive isso por muito tempo. Muitos fãs sabem de muitas coisas, mas eles também não sabem de muitas coisas”, pontuou.

O guitarrista também fez elogios ao Kiss, banda com quem se envolveu em diversas ações judiciais – nas quais, inclusive, foi derrotado em todas. “Diria, sobre o Kiss, que são meus amigos. Esses são os caras que amo, nos dias de hoje. Tenho grandes memórias. Não é sempre que você tem uma banda e tem certa… odeio a palavra ´mágica´, mas é uma mágica. É algo que não se pode descrever. Os Beatles, The Who, Led Zeppelin tiveram isso. Sempre busquei isso e nunca consegui até os conhecer”, afirmou.

Afastado durante todo esse período, Vinnie Vincent revelou o que tem feito. “Toco por sete horas diárias. Cuido de meus cachorros. Componho, gravo, faço tudo o que sempre fiz. Só não estou fazendo em público”, disse.

Vinnie também foi questionado se a presença na Atlanta Kiss Expo pode resultar em outras aparições públicas. “Penso que se me quiserem de volta, eu voltarei. Estou aqui. Só saí porque o mundo mudou. As pessoas, a internet mudou. As pessoas ficaram muito más. Não sinto isso mais – só quero que pessoas saiam (do evento) e digam: ´tive um ótimo momento, foi bem legal´. Isso me dá a chance de finalmente deixar o passado para trás, tudo o que foi ruim, e olhar para frente para enxergar o que quer que esteja lá”, afirmou.

O guitarrista também falou sobre diversos aspectos de seu passado, especialmente relacionados ao Kiss, cujas contribuições ocorreram no início da década de 1980 e, brevemente, como compositor no disco “Revenge” (1992).

Vincent comentou sobre os polêmicos processos que moveu contra o Kiss, sobre os quais, geralmente, pedia valores em royalties por suas contribuições autorais nos álbuns “Creatures Of The Night” (1982), “Lick It Up” (1983) e “Revenge” (1992). O músico, curiosamente, foi derrotado em todas as ações.

“Todos os problemas que tivemos foram contratuais. Tudo o que pedi foi um tratamento justo, nada além. Direitos de publicação são como ter sua casa, seu carro. Se você não tem essas coisas, você está alugando”, disse.

Vinnie continuou: “Há pessoas que pensam que se elas sentam em seu carro e você as leva para uma carona, em algum momento, vão pedir uma peça. Corresponde ao dono da propriedade. Não é mais difícil do que isso. As pessoas que dizem que isso não é importante, geralmente, são as que querem sua propriedade”.

Apesar disso, Vinnie Vincent demonstrou não guardar ressentimentos com seus ex-patrões, Paul Stanley e Gene Simmons. Ele afirmou, ainda, que aceitou o convite feito por Simmons para comparecer a um evento promocional de seu box set, “The Vault”, em Nashville (EUA), no dia 14 de abril.

Também foi questionado sobre o seu trabalho com o Vinnie Vincent Invasion, a banda lançou dois discos entre os anos de 1986 e 1988.

Após divergências internas, o vocalista Mark Slaughter e o baixista Dana Strum deram um jeito de reverter o contrato que o grupo tinha com a gravadora Chrysalis para o novo projeto deles, Slaughter. Em outras palavras: Vincent acabou demitido de seu próprio projeto.

Ao longo do bate-papo, Vinnie Vincent foi pontual ao dizer que o segundo disco, “All Systems Go” – com Mark Slaughter nos vocais -, “nunca deveria ter existido”. “Rob (Robert Fleischmann, primeiro vocalista) deveria ter ficado no projeto. O som básico daquele disco era como (Jimmy) Page e (Robert) Plant – era Rob e eu. O primeiro disco foi ótimo. Era minha visão, Rob cantando, tudo foi bem. A segunda versão disso nunca deveria ter acontecido. Eu tinha o poder, deveria tê-lo tomado”, afirmou.

O músico disse, ainda, que a situação só se prolongou por questões comerciais. “As pessoas envolvidas não deveriam ter se envolvido, mas havia uma máquina publicitária… como um produto. Tinha a ver apenas com publicidade e tendência. As músicas eram realmente boas, mas as gravações não saíram como eu teria feito. Nunca deveria ter lançado gravações assim. Quando digo gravações: o primeiro disco, sim; o segundo, não; e aquele cantor (Mark Slaughter) era insuportável”, pontuou.

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Motörhead: “Fast” Eddie Clarke, ex-guitarrista banda, morre aos 67 anos

janeiro 14th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 222 views

“Fast” Eddie Clarke, ex-guitarrista do Motörhead, faleceu aos 67 anos após contrair uma pneumonia.

A notícia foi confirmada pelo Facebook oficial da banda com a seguinte mensagem:

“Estamos devastados com a notícia que recebemos hoje mais cedo. Edward Allan Clarke – ou como todos o conhecem ‘Fast’ Eddie Clarke – faleceu ontem. Ted Carroll (fundador da Chiswick Records) deu a triste notícia em seu Facebook após Doug Smith lhe contar que Fast Eddie faleceu em paz no hospital onde estava sendo tratado de pneumonia (…)

Fast Eddie, continue rugindo e fazendo Rock ’N’ Roll, pois sua família Motörhead não esperaria menos que isso!!!

Descanse em paz Fast Eddie Clarke 05 de Outubro de 1950 – 10 de Janeiro de 2018.”

Clarke foi apresentado à Lemmy pelo baterista Phil “Philthy Animal” Taylor na década de 70 e ele logo entrou para a banda.

O músico fez parte do primeiro álbum de estúdio do Motörhead, o auto-intitulado, lançado em 1977 e também tocou em Overkill (1979), Bomber (1979), Ace Of Spades (1980) e Iron Fist(1982). Sua saída foi anunciada logo após o lançamento desse último álbum alegando que não gostou da direção que eles levaram no disco.

Ao sair da banda, Clarke se juntou a Pete Way, ex-baixista do UFO, e formou o Fastway que lançou sete discos de estúdio, sendo o último em 2011, Dog Eat Dog.

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Judas Priest: o novo álbum “Firepower” será lançado em março

janeiro 7th, 2018 admin Posted in Notícias No Comments » 212 views

O Judas Priest divulgou nessa sexta-feira, 05, o single “Lightning Strike”, o primeiro do seu novo álbum .

“Lightning Strike” apresenta a grandiosidade do Judas e mantém os fãs ansiosos para o álbum Firepower que será lançado no dia 09 de Março pela Epic Records.

Marcando o primeiro trabalho da banda desde Redeemer Of Souls de 2014, Firepower foi gravado com seu colega de longa data Tom Allom, o também britânico Andy Sneap e o engenheiro Mike Exeter.

O vocalista Rob Halford, disse em entrevista ao site VintageRock durante o “carpete negro” do Loudwire Music Awards, que o disco é um dos melhores da carreira do Judas Priest.

“É para isso que o Priest vive. Somos uma banda de metal que trabalha duro, ainda fazendo metal 40 anos depois, graças aos nossos gloriosos fãs de metal pelo mundo. Fazemos música agora, obviamente, por nosso prazer e diversão. O desafio de encontrar um novo riff, uma nova melodia, é sempre ótimo”, afirmou.

O cantor aproveitou a ocasião para fazer elogios a Richie Faulkner, que terá sua segunda participação em um disco do Judas Priest desde que ele entrou na banda, em 2011. O músico substituiu o veterano K.K. Downing, que deixou a indústria da música na ocasião.

“É o momento de Richie. Quando fizemos Reedemer Of Souls com ele, claro, era seu primeiro momento com o Priest como compositor. Foi ótimo ter Richie na banda naquele momento. Tê-lo na experiência de composição e turnê mundial o colocou em uma situação melhor para a gravação de Firepower. A forma que ele toca no disco é inacreditável. E a contribuição como o ‘time de composição’ de Richie, Glenn (Tipton) e eu… esse é um dos nossos melhores trabalhos, sem dúvida”, afirmou.

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